quarta-feira, julho 4
sexta-feira, fevereiro 4
Entrevista Rádio UFMG Educativa
Com uma plateia muito distinta celebramos três anos de espetáculo.
Confira a entrevista concedida para a Rádio UFMG Educativa na tarde de ontem, minutos antes da estreia.
http://www.ufmg.br/online/radio/arquivos/anexos/ISAC%20RIBEIRO%20-%20ATOR%20E%20INTEGRANTE%20DO%20GRUPO%20O%20COLETIVO%20-%20ESPETACULO%20MAQUINA%20DE%20PINBALL%20-%2003-02-2011.mp3
sexta-feira, janeiro 21
quinta-feira, janeiro 20
Máquina de Pinball em Cartaz na Campanha de Popularização do Teatro e da Dança

SINOPSE:
Máquina de Pinbal, ganhador do prêmio Funarte Miriam Muniz de Teatro 2007, trata de temáticas universais - solidão, amor, relacionamentos e vícios - mostradas através de elementos do universo contemporâneo, tendo como pano de fundo a história de Camila, uma jovem de vinte e poucos anos, escritora, viciada em anfetaminas e em baladas. A linguagem fragmentada do espetáculo lembra um videoclipe.
O espetáculo “Máquina de Pinball” foi montado em 2008 por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de MG e agraciado com o Prêmio Myriam Muniz de Teatro 2007. O texto original é da gaúcha Clarah Averbuck, integrante da novíssima geração de escritores que utiliza a Internet como meio de divulgação de seus textos. Pela facilidade com que trata o que interessa ou atormenta a juventude, Clarah rapidamente se tornou uma personalidade no meio virtual, e seu blog chegou a ter mais de mil acessos diários.
Com direção de Gil Esper, Máquina de Pinball trata de questões universais como a solidão, o amor, relacionamentos e vícios, mostradas por meio de elementos do universo contemporâneo, tendo como pano de fundo a história de Camila, uma jovem de vinte e poucos anos, escritora, viciada em anfetaminas e em baladas. A linguagem fragmentada do espetáculo lembra um videoclipe. Máquina de Pinball tem como público-alvo jovens de 18 a 30 anos que vivem em grandes centros urbanos e que geralmente não vão ao teatro, estimulando o interesse desse público pelas artes cênicas. A identificação proposta se dá por meio da narrativa rápida e fragmentada e da utilização das novas tecnologias em cena, abordando questões universais que fazem parte do dia a dia desse público.
No elenco estão os atores Priscilla D`Agostini, Rodrigo Fidelis e Isaque Ribeiro. Máquina de Pinball se baseia em uma das propostas do agrupamento de artistas de O Coletivo, que é a de trabalhar com linguagens distintas de criação, com atores e equipe com formações e linhas diferentes, em busca de uma linguagem híbrida. A referência imagética passa por mídias contemporâneas como a Internet, a TV, o blog, animações, que são permeadas pelo movimento, pela imagem e pelo som, em equilíbrio. Tanto o texto de Clara Averbuck, quanto o espetáculo se utilizam do humor e da ironia para falar de assuntos contemporâneos tão fortes como solidão, vícios, dificuldades de sobrevivência. Informações sobre o processo de criação do espetáculo estão contidas no blog maquinapinball.blogspot.com.
A peça participou do Festival Nacional de Teatro em Juiz de Fora (2008) ganhando os prêmios de “Melhor Cenário”, “Melhor Figurino” e “Espetáculo Destaque pela linguagem utilizada”. Foi indicada ao Prêmio Usiminas/ Sinparc 2008 nas categorias Melhor Espetáculo, Melhor Direção e Melhor Ator Coadjuvante.
O espetáculo entra pela primeira vez na programação da Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, fazendo curta temporada no Teatro Alterosa, de 3 a 6 de fevereiro, de quinta a sábado às 21 horas e no domingo às 19h. Mais informações podem ser obtidas pelo site www.sinparc.com.br ou pelos telefones 3237-6611 ou 3463-3141.
Ficha técnica:
Espetáculo: Máquina de Pinball
Companhia: O Coletivo
Faixa etária / Classificação: Adulto / 16 anos
Duração: 60 minutos, sem intervalo
Ficha técnica:
Autoria do texto original: Clarah Averbuck
Direção: Gil Esper
Elenco: Priscilla D´Agostini, Isaque Ribeiro e Rodrigo Fidelis
Livre Adaptação: Marina Viana
Assistentes de direção: Marina Viana e Flávia Fernandes
Vídeos: Alexandre Braga
Trilha sonora: Gustavo Scarpa
Figurinos: Paolo Mandatti
Cenário: Gil Esper
Iluminação: João Dadico
Direção de produção: Priscilla D'Agostini
Produção: Aff! Comunicação e Cultura
Realização: O Coletivo
terça-feira, agosto 3
Máquina de Pinball no Fit
Os ingressos podem ser adquiridos pelo telefone via ingresso rápido ou no espaço 104, ao entrar no Ponto de Encontro.
Confiram!!!!!




http://www.fitbh.com.br/2010/espetaculo-detalhe.php?id=40
sábado, julho 24
Fit/BH - 2010
terça-feira, março 24
Máquina por Ricardo Righi

(AS)PIRAÇÕES DEPOIS DE ASSISTIR O ESPETÁCULO “MÁQUINA DE PINBALL”
O(s) fetiche (s) contemporâneo(s) está(ão) impresso(s) no espetáculo. Um ponto de partida da reflexão é estar de fato, no século XXI, “Rock n’ roll! Fascículo I, Rock n’ roll! Fascículo I, fascículo XX, siglo XX, século XXI!”, e não saber onde se está, contra quem se está lutando, o que está fazendo. A assustadora abstração da nova forma de virar pessoa física de firma reconhecível, e suas novas e infinitas possibilidades majestosas.
O fato de ser uma possível “geração do SPC” me traz grande felicidade, numa nova possibilidade de se corromper o sistema, internamente, fazendo a cobra se comer pelo próprio rabo “sendo ao mesmo tempo a fome e a comida”, como deve ser feito. Afinal, não se pode prender multidões porque elas estão momentaneamente inaptas a ganhar dinheiro. Ou se pode? O dinheiro que se ganha é a qual custo? Existe sim um milenar paradigma (que não é próprio do artista, como normalmente se pensa) residente na lacuna entre uma existência condizente com sua própria organicidade, crenças e vontades, e a “prostituição” pelo dinheiro. O que traz um novo paradigma (talvez) é a cada vez maior possibilidade de sim, se viver, e muito bem, de acordo com as próprias aspirações. Afinal, o presente grito surdo da ditadura da individualidade, não é justamente o respeito e consequentemente a aceitação moral do modo de viver de cada pessoa, por mais incongruente que seja?
O âmbito pessoal parece se bastar. E de fato, se basta. Em cena, Fidelis é deliciosa e sutilmente vertiginoso sem ser demasiado histriônico. Ribeiro é um gozador, farsesco com notável competência, encarnando em si o desuso imagético contemporâneo, e D’Agostini, como práxis da mulher atual, se sustenta em resolução própria, vagando entre o limbo da consciência-forte e a inconsicência-vida. No entanto, a contracena existe. É aí que a humanidade se frustrará na perspectiva individualista, é SIMPLESMENTE IMPOSSÍVEL viver só, na mínima medida em que se compara ao outro para saber-se correto, e é um ponto fundamental a ser tocado no teatro atualmente.
E é claro que eu sou jovem, também vertiginosamente vivendo todo esse processo de maneira semelhante e equânime aos meus companheiros. E não estamos sós não! Imaginem o que é não estar atualizado, inclusive nós mesmos daqui a pouquíssimos anos. Mas inclusive, não se pode prever isso. O modo de viver já É outro, e essa é pra mim a mais fundamental pontuação do espetáculo. E este não se pode delimitar para um âmbito geral. O que é a desmedida atualmente? A questão se dá para muito além da exaustiva exploração midiática de imagens chocantes. Para muito além da exaustão dos modelos arcaicos, para muito além da exaustão da ordem apolínea, para muito além da exaustão aristotélica e da impossibilidade de se quebrá-la, para muito além da exaustão dos paradigmas, e talvez chegando a um ponto central: exaustão generalizada! Estamos todos sempre muito cansados, repetindo a ideologia da “correria”. Nessa perspectiva, não seriamos então um bando de seres humanos sorumbáticos e solitários? Sim! E somos? Não! Somos todos muito felizes, fazemos festa todo dia! “Ninguém mais tem o direito a infelicidade!” (Estou citando Tom Zé como louco aqui).
E o grito do rock? Em sua origem não está somente o grito de opressão como do blues e do samba, não é o cântico dos escravos. É o grito do orgânico! E nós atores precisamos deixar Grotowski descansar em paz. Ouso proclamar:
“ORGÂNICO! UM PRODUTO SEM AGROTOWSKI...”
É o grito de vida. E me perdoem meus caros, mas é o mesmo grito do Axé. E o rock vai sim salvar o mundo! “Hoje ainda é dia de rock”. Sempre foi e sempre será, não porque precisamos nos comparar ou nos expressar, porque isso é o que Grotowski queria. Ouso mais uma vez proclamar que Grotowski não está valendo mais nada. Seu legado fica para o treinamento dos atores. O teatro hoje precisa aprender demais da energia de um show de rock.
E pra mim essa é a forma como o espetáculo grita. Não tem que limpar nada. Tem é que gritar mesmo. As imagens gritam, o sexo grita, as adolescentes gritam (demais!), os políticos gritam, o grito não é mais uma questão de volume, é a acepção atual. Ó mamãe alta! O incômodo e a tensão me causadas foram justamente o que não me deixavam envolver e ao mesmo tempo me envolviam passionalmente na vontade de decifrar.
Um super-herói, em multicores. É o que cada um de nós é. Um caleidoscópio de crioulo-flash, pulsantemente banhado de mercúrio cromo, com essa coloração vermelha sobre um tom escuro e sombrio como nossos dias, ressaltando as veias de um modo de viver contemporâneo que vive e sangra. O sangue é o grito. O grito é o rock. O rock é o sangue, e Stevie Wonder é Deus também.
PS: Dia 13 de Julho é o Dia Internacional do Rock!
Ricardo Boi
12 de Julho de 2008, 01:41am
domingo, fevereiro 8
VAC 2009 + Pinball + Bar + Música + Gandaia = Balada da Tia Medusa
segunda-feira, novembro 10
João Monlevade: pequeno artigo/crônica/coisa-parecida.
Nov
08
Por Raphael Godoy
Categorias: Arte e Textos
Tags: sexo, teatro, maquina de pinball, pós-moderno, realidade, ficção
Primeiramente deixo claro duas coisas:
Um - não entendo bulhufas de arte para escrever uma crítica sobre uma peça teatral, dando inferências sobre o que quer que seja e tampouco sobre suas influencias.
Dois – o texto que segue são apenas impressões de um espectador carregadas por suas experiências de vida e seus anseios.
Quando vi o espetáculo que realmente é um espetáculo, retomei a velha pergunta que meus pais me faziam desde quando era pequeno: O que você quer ser quando crescer? E eu já quis muitas coisas: Quis ser “médico de criança”, quis ser rico, quis fazer Sistema de Informação, quis ser psicólogo, astrólogo (Graças a Raul – Só para conhecer a história do principio ao fim), quis ser psicólogo, quis ser tudo, menos jornalista. E hoje é o que eu sou: um jornalista e escritor nas horas vagas.
Este espetáculo, Máquina de Pinball, é dirigido por Gil Esper e tem no elenco os atores Priscila D´Agostini, Isac Ribeiro e Rodrigo Fidelis. A peça era praticamente o caos que se instaura no meu computador enquanto trabalho com a internet conectada, é vídeo, é música, é conversa, é texto, é tudo - e ao mesmo tempo não é nada. É informação demais pra capacidade de absorção de menos. E aí vem aquele sensação de estou perdido, apaga tudo e começa de novo, porém, não dá, é a vida. Mas com o tempo se acostuma com aquela bagunça muito bem organizada e até lembramos daquela coisa de que a arte imita a vida e a vida imita a arte. O choque é legal justamente neste ponto, arte geralmente é feita para nos tirar de uma realidade que não gostamos, no entanto, Máquina de Pinball nos joga pra dentro dela com tanta força e fúria que é impossível resistir à queda.
A personagem principal: Camila. Mais uma pessoa perdida num mar de possibilidades do que ser e fazer. Fazer o que gosta ou o que dá dinheiro? Comprar o que posso ter ou me afundar em dividas e ter aquilo que quero, mas não posso? Ter uma relação estável ou sair se apaixonando a cada festa? O que diabos me mantém vivo e que me faz feliz? Perguntas que nos fazemos a cada instante de nossas vidas e nem sequer percebemos. Tem também os amores antigos, os valores antigos, as coisas que nos formaram, pra onde foram? O que fazem hoje? Somos todos frutos de nossas escolhas e é aquela coisa, temos que saber escolher. Mas como?
Saí do teatro confortavelmente anestesiado. Não alegre, feliz, como quem sai de uma comédia depois de rir até sentir dores abdominais. Coisa que “dá pra fazer”, afinal o humor ácido e irônico que nos faz rir de nossa própria desgraça como se fosse apenas a do outro, está presente do início ao fim, e nem dão folga para que reflitamos sobre o que estamos rindo. Se desse tempo para pensar, veríamos que rimos de nós mesmos e nem percebemos.
Uma crítica constante às coisas que parecem não fazer sentido mas que ao mesmo tempo são abraçadas por gente como a gente, como se fossem as coisas mais importantes do mundo. O Cálice Sagrado, o Santo Graal, a Arca da Aliança ou o novo IPhone com tecnologia 3G. Rimos de nossa escravidão pelo nosso trabalho e das muitas derrotas que temos.
Além de tudo, é uma peça que nos remete àquela linda trilogia que gostamos tando de lembrar: Sexo, Drogas e Rock n´Roll, e trabalhado de forma tão diferente que ao mesmo tempo tempo que se posiciona claramente sobre os três tema, não fazer qualquer juízo de valor.
No fim das contas me senti assim: Perdido, incapaz de mudar meu próprio sentido, mas não me senti só como das outras vezes, me senti sentado ali, naquele sofá branco, ao lado de Camila, me perguntando as mesmas coisas que ela. E coincidentemente, saí de lá com a mesma determinação da personagem. E é com este texto torto, misturando análises, impressões e reflexões comigo mesmo que resolvo minha vida. Decido minha vida como fez Camila:
Vou fazer o que sempre quis, mas não hoje, talvez amanhã.
fonte:
http://whiskyagogo.wordpress.com/2008/11/10/maquina-de-pinball/
segunda-feira, outubro 20
News
http://www.pjf.mg.gov.br:80/noticias/view.php?modo=link2&idnoticia2=18501
Prêmios de Melhor Espetáculo Adulto e Infantil vão para companhias do Rio de Janeiro no Festival Nacional de Teatro de JF :
http://www.acessa.com/cultura/arquivo/noticias/2008/10/20-teatro/










